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'King Lear': Análise do Ato 3

'King Lear': Análise do Ato 3


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Examinamos de perto o Ato 3. Aqui, focamos nas quatro primeiras cenas para ajudá-lo a entender essa peça.

Análise: King Lear, Ato 3, Cena 1

Kent está à procura do rei Lear. Ele pergunta ao cavalheiro para onde Lear foi. Aprendemos que Lear está lutando contra os elementos em uma fúria, enfurecendo-se contra o mundo e arrancando seus cabelos.

O Louco tenta fazer pouco da situação fazendo piadas. Kent explica a recente divisão entre Albany e Cornwall. Ele nos diz que a França está prestes a invadir a Inglaterra e já sequestrou parte de seu exército para a Inglaterra em segredo. Kent dá ao cavalheiro um anel dizendo para entregá-lo a Cordelia, que está com as forças francesas em Dover.

Juntos, eles continuam a procurar por Lear.

Análise: King Lear, Ato 3, Cena 2

Aprenda sobre a saúde; seu humor refletindo a tempestade, ele espera que a tempestade destrua o mundo.

O rei dispensa o tolo que tenta convencê-lo a voltar ao castelo de Gloucester para pedir abrigo às filhas. Lear fica irritado com a ingratidão de sua filha e acusa a tempestade de estar em brigas com suas filhas. Lear quer se acalmar.

Kent chega e fica chocado com o que vê. Lear não reconhece Kent, mas fala sobre o que ele espera que a tempestade descubra. Ele diz que os deuses descobrirão os crimes dos pecadores. Lear famosa medita que ele é um homem "mais pecado do que pecador".

Kent tenta convencer Lear a se abrigar em um casebre que ele viu nas proximidades. Ele pretende voltar ao castelo e pedir às irmãs que levem o pai de volta. Lear mostra um lado mais sensível e atencioso quando se identifica com o sofrimento do Louco. Em seu estado de humilhação, o rei reconhece o quão precioso é o abrigo, pedindo a Kent que o leve ao casebre. O tolo é deixado no palco fazendo previsões sobre o futuro da Inglaterra. Como seu mestre, ele fala de pecadores e pecados e descreve um mundo utópico onde o mal não existe mais.

Análise: King Lear, Ato 3, Cena 3

Gloucester está preocupado com a forma como Goneril, Regan e Cornwall trataram Lear e seus avisos contra ajudá-lo. Gloucester diz a seu filho Edmund que Albany e Cornwall vão entrar em conflito e que a França está prestes a invadir a fim de restaurar Lear ao trono.

Acreditando que Edmund é leal, Gloucester sugere que ambos ajudem o rei. Ele diz a Edmund para agir como um engodo enquanto ele vai encontrar o rei. Sozinho no palco, Edmund explica que trairá seu pai para a Cornualha.

Análise: King Lear, Ato 3, Cena 4

Kent tenta encorajar Lear a se abrigar, mas Lear se recusa, dizendo que a tempestade não pode tocá-lo porque ele está sofrendo tormento interno, sustentando que os homens só sentem queixas corporais quando suas mentes estão livres.

Lear compara seu tormento mental à tempestade; ele está preocupado com a ingratidão da filha, mas agora parece resignado. Mais uma vez, Kent pede que ele se abrigue, mas Lear se recusa, dizendo que quer isolamento para rezar na tempestade. Lear especula sobre o estado dos sem-teto, identificando-se com eles.

O Louco corre gritando do casebre; Kent chama o 'espírito' e Edgar como 'Pobre Tom' sai. O estado do pobre Tom ressoa com Lear e ele é levado ainda mais à loucura, identificando-se com esse mendigo sem teto. Lear está convencido de que suas filhas são responsáveis ​​pela terrível situação do mendigo. Lear pede ao "pobre Tom" que conte sua história.

Edgar inventa um passado como um servo errante; ele alude à lascívia e aos perigos da sexualidade feminina. Lear simpatiza com o mendigo e acredita que ele vê a humanidade nele. Lear quer saber como deve ser não ter nada e não ser nada.

Na tentativa de se identificar com o mendigo, Lear começa a se despir para remover as armadilhas superficiais que fazem dele o que ele é. Kent e o Louco estão alarmados com o comportamento de Lear e tentam impedi-lo de se despir.

Gloucester aparece e Edgar teme que seu pai o reconheça, então ele começa a agir de uma maneira mais exagerada, cantando e reclamando de um demônio feminino. Está escuro e Kent exige saber quem é Gloucester e por que ele veio. Gloucester pergunta sobre quem mora no casebre. Um Edgar nervoso começa então uma conta de sete anos como um mendigo louco. Gloucester não se impressiona com a companhia que o rei mantém e tenta convencê-lo a ir com ele para um lugar seguro. Lear está mais preocupado com 'Pobre Tom' acreditando que ele é algum tipo de filósofo grego que pode ensiná-lo.

Kent incentiva Gloucester a sair. Gloucester diz a ele que ele está meio louco de dor pela traição de seu filho. Gloucester também fala do plano de Goneril e Regan para matar seu pai. Lear insiste que o mendigo fique na companhia deles enquanto todos entram no casebre.